Companheiros de luta, Update:
Na realidade não consegui resistir e comprei mais dois discos (OLX a 5 euros cada um). Desta vez não foi preciso estragar mais dois - resultou com o primeiro, um Fujitsu que veio comprovar a teoria de que a marca/modelo importam (afinal não é o tamanho

).
Depois de desmanchar cuidadosamente e tendo o cuidado de ir testando a cada passo para ver se o disco funcionava, não desligando após alguns segundos, tirei a cabeça e respectivo circuito, deixando apenas a placa principal de integrados do disco.
Desmontei as placas do disco (duas) e mudei a ordem das mesmas e do respectivo spacer (anel que separa os discos), ficando o spacer em baixo e os discos juntos, para dar mais consistência à lixadora.
Momento para fazer pausa e fazer um
aviso importante
Este é uma peça caseira - FRÁGIL - e que anda a uma velocidade do caraças - estamos a falar de até 7200 rpm - o que dá uma força centrífuga enorme e consequentemente perigosa
Convém usar com cuidado

Não é má ideia adicionar mais placas de disco para tornar o conjunto mais sólido (sobras de experiências falhadas, no meu caso).

Depois é só cortar umas folhas de lixa à escolha do freguês e toca de experimentar.

Conforme referido no tutorial, para dar power usa-se uma fonte de alimentação que esteja perdida lá pelo sótão ou cave.
(fazer uma ponte entre o fio verde e um preto qualquer).

Testei em madeira, plástico e resina. Os primeiros resultados são bons e prometem, mas a maquineta tem pouca potência e vai-se literalmente abaixo (o disco pára) se apertamos com ela.

Mais uma vez, os meus agradecimentos ao Filipe por ter descoberto esta ideia tão gira (e útil).

- Pedro, tens de fazer uma destas.
Cumprimentos a todos,
Rui Costa